O DIA QUE NÃO FOMOS À PREFEITURA
Viagem do dia...
Olá galera,
Olá galera,
Desde que minha mãe descobriu a existência do blog, fiquei um pouco temerosa com a opinião dela sobre o que eu escrevo aqui, não por escrever para falar algo de ruim, mas nunca sabemos que palavras podem chatear nossas queridas mamães. Afinal, toda mãe tem uma tendência transformar algo insignificante que dissemos em um problema enorme. Rsrsrs...mas no fundo eu a compreendo faz parte de ser mãe.Vejo isso pela minha irmã, uma típica mãe de primeira viaje, quando meu sobrinho não a recebe com sorrisos e se jogando para o seu colo, já noto que ela fica magoada, o que é muito engraçado porque ele tem apenas meses de nascido.É acho que não vai ter jeito, a tendência é que me transforme nesse bicho complexo chamado mãe algum dia, apesar das minhas criticas bem humoradas entendo que isso é uma espécie de sina de toda mulher que pretende ser mãe.
Mudando de assunto...
Fique muito tempo sem escrever aqui, e já estava com saudades.Tenho muitas novidades para contar.A primeira delas é que vou fazer uma viagem para o Nordeste, adivinha com quem??? Minha querida mãezinha.Uhuuuu! Vou colher muitas histórias engraçadas para contar aqui.
But before... Necessito atualiza-los com uma história de hoje fresquinha e recém-tirada do forno, e que deu origem ao título dessa postagem “O DIA QUE NÃO FOMOS À PREFEITURA”.
Há vários dias tinha combinado com minha mãe de irmos até a Prefeitura resolver um “lance” nosso... já estava tudo certo acordei cedo e fui... Entretanto, lá chegando mamãe querida jogou uma enxurrada de informações trágicas, quais sejam, ela havia perdido o celular (um tablet grandão muito difícil de perder), acreditando que ele tinha sido furtado, e para completar não conseguia achar a sua carteira, onde estavam seus cartões e todos os seus documentos. Nesse momento, já me deu um frio na barriga, pois ela estava sem carro, então eu ou minha irmã teríamos que leva-la para tirar os documentos novamente, ir ao banco e etc.Já fiquei de mau humor só de pensar no trabalho que ia dar. E ela como sempre achou uma pessoa avulsa que ficou ligando – insistentemente no dia -, para culpar por ter perdido seu telefone.Não basta-se tudo isso, tinham uns rapazes instalando o ar-condicionado na casa, que precisavam entrar no banheiro, pois lá tinha uma entrada para o forro, e o que ela fez antes de sair de casa? Trancou justamente a porta do banheiro, impossibilitando que eles trabalhassem, enquanto ela não chegasse. E adivinha de quem era a culpa? Minha é claro, pois eu estava muito impaciente e a tinha apressado, provocando seu esquecimento.Rsrsrs... é queridos mamãe estava muito sensível e eu não estava lhe ajudando em nada, segundo suas palavras. Realmente, não foi nada prestativo conseguir pessoas confiáveis para instalar seu ar-condicionado, que inclusive em parte foi presente meu, não estava ajudando quando dei carona até o shopping para comprar o celular novo, que tive que escolher. Detalhe quando chegamos às 9 horas lá descobrimos que só abriria às 10 horas. Conclusão, ficamos uma hora esperando o shopping abrir e mesmo assim, entendi que a culpa sempre é das filhas e nós nunca, jamais, conseguiremos ajudar nossas mães em nada.Após toda essa aventura acabamos não indo à prefeitura.P.S.: Chegando na casa dela encontrei a bendita carteira e o bendito tablete. Até a próxima aventura... quem sabe nordestina ;- )
KKKKKKKKKK fiquei cansada por vc só de ler! Tava com saudade dos seus posts amiga!
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